A PRODUÇÃO DA ORDEM COMUM DA NATUREZA ATRAVÉS DA IMAGINAÇÃO
Espinosa distingue duas ordens de conhecimento: uma ordem concebida pelo intelecto, isto é, a ordem necessária da natureza e uma outra ordem, concebida pela imaginação, isto é, a ordem comum da natureza, na qual habitam o contingente e o possível. Entretanto, a ordem comum não é apenas uma privação...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Cadernos Espinosanos (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/162016 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/espinosanos/article/view/162016 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Necessary order Common order Imagination Reason Time Spinoza Espinosa Ordem necessária Ordem comum Imaginação Razão Tempo |
| Sumario: | Espinosa distingue duas ordens de conhecimento: uma ordem concebida pelo intelecto, isto é, a ordem necessária da natureza e uma outra ordem, concebida pela imaginação, isto é, a ordem comum da natureza, na qual habitam o contingente e o possível. Entretanto, a ordem comum não é apenas uma privação de conhecimento, mas também realidade para o modo finito. Pelo fato de não podermos excluir a existência da ordem comum, este trabalho tenta compreender como podemos conciliá-la com a ordem necessária. A crítica de Espinosa em relação à imaginação é que ela introduz a fragmentação e a descontinuidade na Natureza, já que é um gênero de conhecimento que não percebe a base desta continuidade: a ordem necessária. Através de uma análise sobre o tempo como um produto da imaginação, tentaremos mostrar como ele introduz a ideia de contingência e consequentemente a de possível. Da mesma maneira que o tempo, a ordem comum pode ser apreendida pela razão como uma moldura exterior, ela não será mais um obstáculo ao encadeamento necessário das coisas na ordem necessária. É através da ordem necessária que podemos perceber a necessidade que subjaz a produção do tempo, do possível e da contingência como corruptibilidade de todas as coisas particulares. |
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