Elasticidades-renda do consumo físico de frango – uma análise com dados das POFS de 2002/2003 e 2008/2009

No presente estudo foi utilizadoo banco de dados da POF - Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE para os anos 2002-2003 e 2008-2009 visando estimar as elasticidades-renda do consumo físico da carne de frango. Para tanto, ajustou-se uma poligonal com três segmentos agregando os dados de acordo com...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Spolador, Humberto Francisco Silva, Bacchi, Mirian Rumenos Piedade
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Repositorio:Revista Segurança Alimentar e Nutricional (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.sbu.unicamp.br:article/8642499
Acesso em linha:https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/san/article/view/8642499
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Consumo de frango. Elasticidades-renda. Orçamentos familiares
Aves. Hábitos de consumo. Avaliação.
Descrição
Resumo:No presente estudo foi utilizadoo banco de dados da POF - Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE para os anos 2002-2003 e 2008-2009 visando estimar as elasticidades-renda do consumo físico da carne de frango. Para tanto, ajustou-se uma poligonal com três segmentos agregando os dados de acordo com as classes de renda apresentadas na pesquisa. Os resultados deste trabalho mostram uma substituição do consumo físico de partes menos nobres do frango por outras especiais (coxa e peito) conforme se atinge os estratos mais elevados de renda. Os resultados mostraram também, levando em conta os dados da POF 2008-2009, que a carcaça pode ser considerada um bem inferior.