Elasticidades-preço e renda da demanda domiciliar de eletricidade: estimação econométrica com dados da POF 2008/2009

O presente estudo tem como objetivo obter estimativas de elasticidades-preço, renda e relativas a outras variáveis para a demanda domiciliar de eletricidade segundo 20 grupos da população brasileira em 2008/2009. Os grupos são definidos segundo classes socioeconômicas e regiões macroeconômicas. Tal...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Dias, Tuanne Ferreira
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
Repositorio:Repositório Institucional da UFJF
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:hermes.cpd.ufjf.br:ufjf/105
Acceso en línea:https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/105
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Economia Aplicada
Elasticidade-preço
Elasticidade-renda
Consumo de eletricidade
Classes sociais
Regiões macroeconômicas
Price elasticity
Income elasticity
Electricity consumption
Macroeconomic regions
Descripción
Sumario:O presente estudo tem como objetivo obter estimativas de elasticidades-preço, renda e relativas a outras variáveis para a demanda domiciliar de eletricidade segundo 20 grupos da população brasileira em 2008/2009. Os grupos são definidos segundo classes socioeconômicas e regiões macroeconômicas. Tal objetivo é motivado pelo fato de haver poucos estudos na literatura para a demanda domiciliar de eletricidade usando microdados de forma tão pouco desagregada. Para tanto, são usados microdados domiciliares da POF de 2008/2009 do IBGE. A POF 2002/2003 também é usada com o objetivo de comparação entre os dados na análise descritiva, mas não de estimação. Sendo a POF uma amostra de dados complexos, para obter resultados coerentes, considera-se o plano amostral nas estimações e também os pesos de expansão, o que leva ao uso de mínimos quadrados ponderados. Os resultados sugerem que as regiões mais sensíveis ao aumento do preço da energia são Centro-Oeste e Sul e as menos sensíveis Norte e Nordeste, ou seja, o consumo para essas últimas regiões pouco se alterariam com o aumento do preço. Já um aumento na renda domiciliar, as regiões Norte, Nordeste e Sudeste aumentariam mais o consumo de energia elétrica do que as regiões Centro-Oeste e Sul.