Dramaturgia da experiência : corpo, autobiografia e feminismos na criação de No te pongas flamenca!
O artigo reflete sobre o processo de criação cênica e dramatúrgica de No te pongas flamenca!,espetáculo desenvolvido entre 2017 e 2019 como parte de pesquisa de mestrado da atriz e bailaoraJuliana Kersting. Na montagem, repertório corporal, autobiografia e feminismos operam como fontes e provocações...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/233490 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/233490 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Teatro Dramaturgia Corpo Feminismo : Arte Autobiografia Theater Dramaturgy Body Feminisms Autobiography Cuerpo |
| Sumario: | O artigo reflete sobre o processo de criação cênica e dramatúrgica de No te pongas flamenca!,espetáculo desenvolvido entre 2017 e 2019 como parte de pesquisa de mestrado da atriz e bailaoraJuliana Kersting. Na montagem, repertório corporal, autobiografia e feminismos operam como fontes e provocações de uma narrativa que busca compor outras histórias, nossas histórias, distintas dos discursos do poder. Em intersecções entre teoria e prática artística, corpo e conceito, propõe-se uma dramaturgia da experiência feita de subjetividade, memória, desejo, processo, encontros e desencontros. Ao mesmo tempo que é feito de experiência, o próprio fazer cênico/dramatúrgico é experiência, ou seja, o que fazemos nos faz e tece narrativas no mundo. |
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