O real que emerge nas obras autobiográficas Conversas com meu Pai e Stabat Mater de Janaina Leite
Nas últimas décadas, o teatro contemporâneo tem trazido para o foco da construção dramatúrgica o tensionamento entre o campo da ficção e do real. Muitos espetáculos buscam trabalhar com procedimentos criativos que façam emergir o real em cena, gerando uma potente desestabilização na recepção de tais...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/289457 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/289457 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Dramaturgia Autobiografia : Teatro Real Dramaturgy Theater of the real Autobiographical theater |
| Sumario: | Nas últimas décadas, o teatro contemporâneo tem trazido para o foco da construção dramatúrgica o tensionamento entre o campo da ficção e do real. Muitos espetáculos buscam trabalhar com procedimentos criativos que façam emergir o real em cena, gerando uma potente desestabilização na recepção de tais obras. Com base na noção de real traumático em Lacan (1988-2005), este artigo aborda a irrupção do real na malha simbólica da estrutura dramatúrgica, a partir da análise das obras autobiográficas Conversas com meu Pai (2014) e Stabat Mafer (2019) de Janaina Leite. |
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