“Não vou parar”: (r)existências contra a LGBTI+fobia na formação docente em um Instituto Federal (IF)

Esta dissertação objetiva discutir a formação docente em gênero e sexualidade, com enfoque no combate à LGBTI+fobia, através das experiências da professora responsável e discentes em um curso de formação docente de uma instituição federal de ensino. O Brasil ainda é um país extremamente desigual e p...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Nascimento, Yago Marinho Aquino do
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.bdtd.uerj.br:1/21527
Acceso en línea:http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/21527
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:LGBTI+fobia
Gênero e Sexualidade
Formação docente
Cartas
LGBTI+phobia
Gender and Sexuality
Teacher training
Letters
CIENCIAS HUMANAS::CIENCIA POLITICA::POLITICAS PUBLICAS
Descripción
Sumario:Esta dissertação objetiva discutir a formação docente em gênero e sexualidade, com enfoque no combate à LGBTI+fobia, através das experiências da professora responsável e discentes em um curso de formação docente de uma instituição federal de ensino. O Brasil ainda é um país extremamente desigual e preconceituoso com pessoas LGBTI+ e, por isso, é de grande valia um trabalho que se debruce a discutir essa opressão na formação inicial de professoras/professores. Utilizando da problematização como instrumento de análise, pretendo: compreender como se dão as (r)existências contra a LGBTI+fobia na formação docente e dentro do próprio curso superior da instituição e analisar como as opressões de gênero e sexualidade agem na produção de subjetividades. A pesquisa pretende compreender o que pode uma disciplina de gênero e sexualidade em um curso de formação de professoras/professores com relação à produção de (r)existências contra a LGBTI+fobia e como se produzem estratégias para enfrentar preconceitos e violências que rompam com a perpetuação da cisheteronormatividade branca. Como ferramenta metodológica, o presente trabalho utilizou cartas como instrumentos tanto para resgatar memórias quanto dialogar com as/os sujeitos da pesquisa, lançando-se ao desafio de propor uma nova forma de comunicar (n)a pesquisa, que pense a escrita como método ao longo da construção da presente dissertação.