Da irresistível peleja entre piratas e tubarões - um estudo sobre a parceria Brecht/Weill
Sob a perspectiva de um reexame do momento de formação do teatro épico contemporâneo, esta dissertação consiste num estudo sobre o trabalho colaborativo de Bertolt Brecht e Kurt Weill nos anos de 1926 a 1933, com ênfase para o assim chamado teatro de atualidades elaborado pelos artistas. Tomando com...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-12052015-100649 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8151/tde-12052015-100649/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Anti-capitalism Anticapitalismo Bertolt Brecht Epic theater Frank Wedekind Gebrauschmusik Kurt Weill Neue Musik Novembergruppe Opera Ópera República de Weimar Teatro épico Weimar Republic |
| Sumario: | Sob a perspectiva de um reexame do momento de formação do teatro épico contemporâneo, esta dissertação consiste num estudo sobre o trabalho colaborativo de Bertolt Brecht e Kurt Weill nos anos de 1926 a 1933, com ênfase para o assim chamado teatro de atualidades elaborado pelos artistas. Tomando como linha condutora os três momentos centrais da República de Weimar (a crise de 1919-1923, a estabilização econômica e o craque de 1929) tentamos apreender como lírica, teatro e música confluíram criticamente na criação de um teatro político à altura das questões suscitadas pelo processo histórico de realinhamento capitalista sob o governo de coalizão de esquerda SPD/USPD, bem como de suas complexas implicações na cultura. Para tanto, em diálogo com a crítica literária brasileira e alemã, realizamos uma leitura da obra do jovem Brecht pautada pela questão do reaproveitamento que o dramaturgo fizera da música em seu livro de estreia como lírico, Hauspostille (1927), onde certo veio da cultura urbana anticapitalista dos cabarés da belle époque foi mobilizado, através da influência da lírica e do teatro de Frank Wedekind. Noutro nível, sob a linha condutora do projeto brechtiano de uma ópera culinária, procuramos traçar um apanhado das questões que marcaram a formação da linguagem musical de Kurt Weill, problematizando o desenvolvimento de seu trabalho coletivo com o Novembergruppe, sua abordagem da ópera moderna e da música utilitária e finalmentee seu pensamento sobre as potencialidades estético-políticas do rádio. O trabalho se conclui, enfim, pela análise de três obras da parceria Brecht/Weill: Berliner Requiem (1929), Mahagonny Songspiel (1927) e A ópera dos três vinténs (1928). |
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