Benjamin e Brecht: a pedagogia do gesto
O artigo examina a interpretação do teatro épico de Bertolt Brecht elaborada por Walter Benjamin em seu ensaio “O que é o teatro épico?”, de 1931. A partir da exigência de reconfiguração crítica do teatro tradicional, em vista do esclarecimento do público e de sua vinculação a um movimento mais amplo...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2008 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Cadernos de Filosofia Alemã (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/64797 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/filosofiaalema/article/view/64797 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Walter Benjamin Bertolt Brecht Teatro épico Epic theatre |
| Sumario: | O artigo examina a interpretação do teatro épico de Bertolt Brecht elaborada por Walter Benjamin em seu ensaio “O que é o teatro épico?”, de 1931. A partir da exigência de reconfiguração crítica do teatro tradicional, em vista do esclarecimento do público e de sua vinculação a um movimento mais amplo de transformação social, são apresentados os pressupostos e as dificuldades de um teatro pedagógico, tal como apresentado por Brecht em sua peça Um homem é um homem. Com isso, discute-se a perspectiva de análise de Benjamin, que ressalta o potencial crítico e anti-ilusionista de certos procedimentos teatrais, notadamente a produção de gestos pela interrupção da ação. |
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