Autoeficácia na formação superior de estudantes de educação física

O objetivo deste estudo foi analisar a percepção dos níveis de autoeficácia (AE) dos acadêmicos de Educação Física de uma Instituição de Ensino Superior, de acordo com as características pessoais, acadêmicas e profissionais. Participaram do estudo 246 acadêmicos dos cursos de Licenciatura e Bacharel...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Oliveira, Vinicius Plentz de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)
Repositorio:Repositório Institucional da Udesc
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.udesc.br:UDESC/23509
Acceso en línea:https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/23509
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Autoeficácia
Educação Superior
Universidades
Descripción
Sumario:O objetivo deste estudo foi analisar a percepção dos níveis de autoeficácia (AE) dos acadêmicos de Educação Física de uma Instituição de Ensino Superior, de acordo com as características pessoais, acadêmicas e profissionais. Participaram do estudo 246 acadêmicos dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Educação Física. Os instrumentos utilizados para coleta de dados foram: Ficha de caracterização dos estudantes e Escala de Autoeficácia na Formação Superior. O tratamento estatístico foi realizado por meio de estatística descritiva (frequência simples e percentual) e inferencial Qui-quadrado (SPSS, versão 20). Os resultados revelaram que os acadêmicos de Educação Física apresentam níveis médios de AE, evidenciando-se associação estatisticamente significativa da AE geral com o recebimento de bolsa (não bolsista<bolsista); da dimensão proativa com o sexo (masculino<feminino); do recebimento de bolsa com a idade (25 anos ou menos<26 anos ou mais); e da dimensão gestão acadêmica com o sexo (masculino<feminino) e o recebimento de bolsa (não bolsista<bolsista).