Investigação de novos corantes em cromovitrectomia
Objetivo: 1. Investigar a biocompatibilidade retiniana in# vivo de corantes compostos por Violeta Ácida, Trisodium, Methyl Violet, Orangell ou Azul Brilhante associado à Água Deuterada após injeção intravítrea in#vivo em olhos de coelhos; 2. Investigar a capacidade do corante composto por Violeta Ác...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNIFESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unifesp.br:11600/46473 |
| Acceso en línea: | https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=2728873 https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/46473 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Chromovitrectomy Dyes intraocular vitrectomy Epiretinal membrane Macular hole Cromovitrectomia Vitrectomia Corantes intraoculares Membrana epiretiniana Buraco macular Perfurações retinianas |
| Sumario: | Objetivo: 1. Investigar a biocompatibilidade retiniana in# vivo de corantes compostos por Violeta Ácida, Trisodium, Methyl Violet, Orangell ou Azul Brilhante associado à Água Deuterada após injeção intravítrea in#vivo em olhos de coelhos; 2. Investigar a capacidade do corante composto por Violeta Ácida em corar a membrana limitante interna em olhos humanos cadavéricos; Investigar a capacidade do corante composto por Violeta Ácida em corar a cápsula anterior do cristalino de olhos porcinos cadavéricos; 3. Investigar as variações de cor do corante natural composto pelas antocianinas do açaí e definir as propriedades químicas ideais para esse novo corante vital; 4. Realizar uma revisão sobre as informações atualizadas sobre propriedades químicas, farmacologia e indicações sobre corantes vitais e seu uso em oftalmologia. Métodos: 1. Foi realizado um estudo experimental em modelo animal com injeção intravítrea dos corantes Violeta Ácida, Trisodium, Methyl Violet, Orangell ou Azul brilhante associado à Água Deuterada em diferentes concentrações e analisado o perfil de toxicidade através de eletrorretinografia e microscopia óptica; 2. Olhos cadavéricos humanos foram usados após realização de vitrectomia a céu aberto para avaliar a capacidade de tingimento do corante Violeta Ácida na membrana limitante interna. Violeta Ácida foi injetada na câmara anterior de olhos porcinos cadavéricos para avaliar a capacidade de tingimento da cápsula anterior do cristalino; 3. Foram avaliadas as variações da cor do corante composto por antocianinas do açaí com diferentes valores de pH e osmolaridade, com ou sem o uso de mordentes. Os extratos de antocianina a partir da fruta do açaí foram analisados por espectrofotometria para determinar o grau de variação de cores associados a vários valores de pH e osmolaridade. Os experimentos foram realizados em tubos de ensaio com meio de soja triptofano e placas de Petri preparadas com ágar; 4. Na revisão sobre os corantes, foi realizado um sumário do conhecimento atual dos conceitos de corantes em oftalmologia. Resultados:' 1. Os aspectos histopatológicos da retina, coróide, esclera e nervo óptico estavam dentro dos limites normais, sem quaisquer sinais de necrose de retina ou degeneração cística após a injeção de Violeta Ácida, Trisodium, Methyl Violet, Orangell ou Azul Brilhante associado à Água Deuterada. A injeção dos corantes não induziu alterações consideráveis na eletrorretinografia; 2. O corante violeta corou a cápsula anterior do cristalino após a injeção da câmara anterior e a membrana limitante interna após a injeção na cavidade vítrea; 3. No estudo sobre antocianinas do açaí, observamos vários tons de verde, vermelho e roxo nos extratos do corante antocianina em diferentes pHs e osmolaridades. O ensaio para ajustar a solução de antocianina semelhante ao ambiente fisiológico da retina (osmolaridade, 300 mOsm, pH 7,00) resultou em um tom de roxo. A propriedade físicogquímica das soluções de antocianinas foi observada em pH e osmolaridade fisiológicos; 4. Na revisão, analisamos as propriedades dos corantes usados em oftalmologia, técnicas de aplicação, indicações e complicações em oftalmologia. Conclusões: 1. Violeta Ácida e Orangell são seguros para a retina na concentração de 0,25 e 0,50 g/l, e Trisodium e Methyl Violet são seguros para a retina na concentração de 0,50 e 1,00 g/l após a injeção intravítrea. Azul Brilhante associado à água Deuterada mostrougse seguro para a retina na concentração de 0,25g/L + 0,13L/L após a injeção intravítrea; 2. Violeta Ácida pode ser utilizada como um corante vital para a coloração da cápsula anterior do cristalino e da membrana limitante interna; 3. As antocianinas do fruto açaí podem ser úteis para melhorar a visualização das microestruturas intraoculares durante a cirurgia vitreorretiniana. Corantes vitais representam uma área de expansão de pesquisa e novos compostos merecem uma investigação mais aprofundada. |
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