Análise da volatilidade do Ibovespa entre 2001 e 2016: uma estimação através de modelos ARCH

O presente trabalho busca fazer uma análise da volatilidade do Índice Bovespa por meio de modelos simétricos e assimétricos da classe GARCH. Utilizando dados de 2001 a 2016, a modelagem da volatilidade mostra-se melhor ajustada pelos modelos GARCH (1,1), EGARCH (1,1) e TARCH (1,1). Tais modelos conf...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Carlos Nogueira Júnior, Enilson, Ndege Kobunda, Christian
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Repositorio:Revista de Economia (Curitiba. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.ufpr.br:article/63969
Acceso en línea:https://revistas.ufpr.br/economia/article/view/63969
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Mercado Financeiro
Volatilidade; IBOVESPA; GARCH; efeitos persistência e alavancagem
Descripción
Sumario:O presente trabalho busca fazer uma análise da volatilidade do Índice Bovespa por meio de modelos simétricos e assimétricos da classe GARCH. Utilizando dados de 2001 a 2016, a modelagem da volatilidade mostra-se melhor ajustada pelos modelos GARCH (1,1), EGARCH (1,1) e TARCH (1,1). Tais modelos confirmam o efeito persistência, visto o somatório do coeficiente das variáveis em t-1 ser próximo a 1. Em relação à assimetria, os modelos TARCH (1,1) e EGARCH (1,1) indicam que há diferença entre os impactos de choques positivos e negativos sobre a volatilidade, sendo que o primeiro também indica o "efeito alavacagem", ou seja, a volatilidade é maior em períodos de choques negativos.