Os sentidos da solidão e a escrita de autoria feminina: Mariana Salomão Carrara, Carola Saavedra e Gisele Mirabai
Esta tese estuda os romances contemporâneos escritos por mulheres É sempre a hora da nossa morte amém (2021), de Mariana Salomão Carrara; Com armas sonolentas (2018), de Carola Saavedra; e Machamba (2017), de Gisele Mirabai a fim de compreender os sentidos da solidão feminina expressa por meio da te...
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE) |
| Repositorio: | Repositório Digital do Mackenzie |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:dspace.mackenzie.br:10899/33657 |
| Acceso en línea: | https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/33657 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | literatura brasileira contemporânea mulheres solidão Mariana Salomão Carrara Carola Saavedra Gisele Mirabai |
| Sumario: | Esta tese estuda os romances contemporâneos escritos por mulheres É sempre a hora da nossa morte amém (2021), de Mariana Salomão Carrara; Com armas sonolentas (2018), de Carola Saavedra; e Machamba (2017), de Gisele Mirabai a fim de compreender os sentidos da solidão feminina expressa por meio da temática da perda de si, da ruptura com o elo familiar e da maternidade não romantizada. As análises aqui desenvolvidas permitem uma abordagem reflexiva a respeito da temática da solidão, compreendida em sua amplitude, e das diferentes construções estéticas que admitem a sua expressão. Tendo em vista que a participação intensa de autoras remodelou o cenário da literatura brasileira do século XXI e trouxe novas visões sobre a solidão e o silenciamento feminino, esta tese busca, a partir do estudo das construções ficcionais de três autoras contemporâneas, examinar a dimensão simbólica e estética da solidão, expressa nas trajetórias das personagens femininas inscritas nos romances analisados. Entende se que a noção de eu do sujeito pode ser revisitada e novas identidades podem surgir, pois as relações de tensão que se estabelecem entre o eu e o outro permitem que o sujeito, diante da experimentação dialógica, posicione-se de forma a ressignificar a própria vivência. Para apoiar o desenvolvimento da análise, utilizam-se conceitos tomados de Benedito Nunes (2013), Byung-Chul Han (2018, 2022), Carlos Reis (2021), Lúcia Osana Zolin (2018), Noreena Hertz (2021), Octavio Paz (1976), Regina Dalcastagnè (2018), entre outros teóricos e críticos relevantes. |
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