Fatores associados ao aleitamento materno exclusivo em prematuros no primeiro mês após alta hospitalar

Introdução: O leite materno é o alimento mais natural para a alimentação dos prematuros. Entretanto o estabelecimento da amamentação em prematuros envolve vários fatores que dificultam esse processo. Objetivo: Verificar quais variáveis maternas e neonatais estariam associadas ao início do aleitament...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Azevedo, Melissa de, Cunha, Maria Luzia Chollopetz da
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/157969
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/157969
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Aleitamento materno
Recém-nascido
Prematuro
Enfermagem neonatal
Premature infant
Breastfeeding
Maternal-child nursing
Neonatal nursing
Patient discharge
Cohort studies
Descripción
Sumario:Introdução: O leite materno é o alimento mais natural para a alimentação dos prematuros. Entretanto o estabelecimento da amamentação em prematuros envolve vários fatores que dificultam esse processo. Objetivo: Verificar quais variáveis maternas e neonatais estariam associadas ao início do aleitamento materno exclusivo (AME) após a alta hospitalar dos recémnascidos pré-termo (RNPT). Métodos: Estudo de coorte prospectivo realizado com 116 mães e seus RNPT internados numa Unidade de Internação Neonatal (UIN), no período de setembro de 2009 a agosto de 2010. Os dados foram coletados a partir dos registros nos prontuários e por meio de três entrevistas com as mães (a primeira entrevista, presencial, realizada na véspera da alta do bebê, e a segunda e a terceira entrevistas, por telefone, respectivamente, no 14.º e no 28.º dias após a alta do RNPT). Resultados: A média de peso dos bebês ao nascer foi de 2130 ± 567,7 g e a idade gestacional, de 34,5 ± 1,4 semanas. O início do AME em prematuros foi associado à orientação recebida pela mãe de amamentar exclusivamente o bebê em casa (HR=5,27; IC 95%: 2,26-12,3) e de não usar chupeta antes de começar o AME (HR=3,12; IC 95%: 1,60-6,07). Conclusão: O estudo evidencia a necessidade de orientação às mães de RNPT quanto ao AME, durante a internação e após a alta. Ressalta a importância da integração entre os serviços de saúde que prestam atendimento no pré-natal e os que realizam seguimento ambulatorial do prematuro, com vistas à melhoria dos índices de amamentação exclusiva nessa população.