Arte para a docência : estética e criação na formação docente
O presente artigo pretende discutir relações possíveis entre arte, estética e formação docente em qualquer área de conhecimento, a partir de experiências realizadas nas disciplinas de Didática de cursos de licenciatura e provocações advindas de produções artísticas diversas tais como a obra “As meni...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/220531 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/10183/220531 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Professor Formação Arte Didática Initial Teacher Training Art Aesthetic Experience Didactics Teaching Formación Docente inicial Experiencia Estética Didáctica Docencia |
| Resumo: | O presente artigo pretende discutir relações possíveis entre arte, estética e formação docente em qualquer área de conhecimento, a partir de experiências realizadas nas disciplinas de Didática de cursos de licenciatura e provocações advindas de produções artísticas diversas tais como a obra “As meninas”, de Diego Velázquez, ou a exposição “Cuide de você”, de Sophie Calle. Ao pensarmos se arte e experiência estética podem alimentar a constituição da docência ou se é possível encontrar espaços de criação na docência da Educação Básica, acredita-se na potencialidade que a arte e, em especial, a arte contemporânea tem para desalojar os nossos modos mais seguros com os quais pensamos nossas atividades docentes: planejamentos, metodologias e estratégias de ensino, modos de avaliar e registrar. Na medida em que se percebe o quanto a docência está imersa em um discurso pedagógico prescritivo e sensato, e se deixa impregnar pouco pelas provocações que a arte pode nos trazer, um dos principais propósitos do artigo é, com a parceria teórica de Michel Foucault e Friedrich Nietzsche, potencializar o pensamento sobre a nossa própria capacidade de reinventar a docência e seus processos de formação, os tornando, de algum modo, “obras de arte”. |
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