Matthew Lipman e a filosofia para crianças

Este estudo busca uma reflexão sistematizada da proposta existente no programa de Filosofia para Crianças de Matthew Lipman e sua alusão na formação educacional dos infantes desde os primeiros anos escolares. Para tanto, examinamos as considerações a respeito da criança, buscando em teóricos de dife...

ver descrição completa

Detalhes bibliográficos
Autor: Elias, Gizele Geralda Parreira
Tipo de documento: dissertação
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2005
País:Brasil
Recursos:Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO)
Repositório:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_GOAIS (TEDE-PUC Goiás)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ambar:tede/1287
Acesso em linha:https://tede2.pucgoias.edu.br/handle/tede/1287
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Educação
Filosofia
Ensino
Criança
Matthew Lipman
Education
Philosophy
children
CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO
Descrição
Resumo:Este estudo busca uma reflexão sistematizada da proposta existente no programa de Filosofia para Crianças de Matthew Lipman e sua alusão na formação educacional dos infantes desde os primeiros anos escolares. Para tanto, examinamos as considerações a respeito da criança, buscando em teóricos de diferentes épocas, sustentações que nos permitiram construir o conceito de infância. Investigamos também, os conceitos de educação e o de pensar que se entrecruzam ao analisarmos uma proposta cuja finalidade é iniciar as crianças na Filosofia. Isto posto, analisamos os pressupostos teóricos e metodológicos do programa de Filosofia para Crianças suscitando os elementos constitutivos de sua estruturação, sua legitimidade e suas implicações numa Educação para o Pensar. Em seguida pontuamos sobre os aspectos comuns às crianças e aos filósofos conferindo possibilidades de aproximação. Sendo a filosofia uma área do conhecimento essencial para a formação do pensamento reflexivo, e considerando a importância de pensar melhor os elementos presentes na proposta elaborada por Matthew Lipman, realizamos uma leitura da Filosofia subjacente nos pressupostos deste pensador. Nas considerações finais, buscamos os limites e as possibilidades da proposta norte-americana de Filosofia para Crianças. Para tanto, analisamos o papel do professor e do sistema educacional frente a uma proposta de educação para o pensar, propondo uma interlocução com o filósofo francês, Gaston Bachelard, a fim de articular elementos que corroboram a necessidade de uma postura diferenciada dos educadores no sentido não de ensinar coisas, mas de ensinar a pensar.