Acesso a serviços de saúde para migrantes internacionais durante a pandemia de COVID-19: estudo qualitativo

Objetivo: Explorar a experiência e a percepção dos migrantes internacionais no Chile sobre o acesso aos serviços de saúde durante a pandemia. Método: Estudo de caso coletivo sob o paradigma qualitativo. Foram realizadas 40 entrevistas semiestruturadas com 30 migrantes de diferentes países da América...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Cabieses, Báltica, Blukacz, Alice, Obach, Alexandra, Carreño, Alejandra, Stefoni, Carolina, Pérez, Claudia
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2023
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositório:Revista da Escola de Enfermagem da USP (Online)
Idioma:espanhol
inglês
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/236604
Acesso em linha:https://revistas.usp.br/reeusp/article/view/236604
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Human Migration
Health Services Accessibility
COVID-19
Chile
Migración Humana
Accesibilidad a los Servicios de Salud
Migração Humana
Acesso aos Serviços de Saúde
Descrição
Resumo:Objetivo: Explorar a experiência e a percepção dos migrantes internacionais no Chile sobre o acesso aos serviços de saúde durante a pandemia. Método: Estudo de caso coletivo sob o paradigma qualitativo. Foram realizadas 40 entrevistas semiestruturadas com 30 migrantes de diferentes países da América Latina e Caribe e 10 atores-chave do setor de saúde ou social em novembro e dezembro de 2020. As entrevistas foram analisadas tematicamente. Resultados: Os facilitadores percebidos para o acesso geral aos serviços de saúde estão relacionados ao trabalho formal, redes de apoio e bom tratamento, enquanto as barreiras estão ligadas ao status de imigração, lacunas de informação, discriminação, falta de habilidades interculturais e limites próprios do sistema. No contexto do acesso ao diagnóstico e tratamento da COVID-19, identificam-se principalmente barreiras: abordagem cultural da doença, lacunas de comunicação, vivências de discriminação, custos e falta de redes de apoio. Conclusão: O acesso aos serviços de saúde está vinculado à vulnerabilidade social e à violação dos direitos dos migrantes internacionais.