A carta, a tradição e a voz feminina
O objetivo deste ensaio é articular dois momentos poéticos distintos entre si a partir de dois motivos comuns: a voz feminina e a carta como dispositivo de filiação. Os dois momentos poéticos são aqueles representados pelas Novas cartas portuguesas, de Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Mari...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Via Atlântica (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/58054 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/58054 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Literatura portuguesa contemporânea Poesia Epistolografia Feminino Contemporary portuguese literature Poetry Epistolography Feminine |
| Sumario: | O objetivo deste ensaio é articular dois momentos poéticos distintos entre si a partir de dois motivos comuns: a voz feminina e a carta como dispositivo de filiação. Os dois momentos poéticos são aqueles representados pelas Novas cartas portuguesas, de Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa, e pelo o livro O poeta de Pondichéry, de Adília Lopes. A carta será então considerada como um procedimento de substituição da presença e da voz, movimentação que fica ainda mais pertinente quando se acrescenta ao cenário a própria reivindicação de uma “voz feminina” atrelada a esse procedimento. |
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