Política de formação de professores na BNC-Formação : entre a reprodução e a crítica.
Este trabalho tem por objeto indicar a vinculação da política de formação de professores, formalizada na Resolução do CNE/CP n.o 2, de 20 de dezembro de 2019, com o conjunto das reformas curriculares em curso no Brasil, no contexto da agenda político-econômica neoliberal. Portanto, objetiva indicar...
| Autores: | , , |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFOP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufop.br:123456789/19542 |
| Acesso em linha: | https://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/19542 https://doi.org/10.5585/eccos.n68.25205 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Política educacional Reforma curricular Formação de professores |
| Resumo: | Este trabalho tem por objeto indicar a vinculação da política de formação de professores, formalizada na Resolução do CNE/CP n.o 2, de 20 de dezembro de 2019, com o conjunto das reformas curriculares em curso no Brasil, no contexto da agenda político-econômica neoliberal. Portanto, objetiva indicar as principais caracterizações exigidas à BNC-Formação no contexto de uma agenda de reformismo curricular mediada pela expressão atualizada da sociabilidade do capital. Metodologicamente, o trabalho se estrutura na abordagem crítica com aporte teórico nas categorias alienação e práxis sociais, a partir da concepção de István Mészáros (2006; 2008) e Karel Kosik (1976). A pesquisa identifica as reformas curriculares em curso no Brasil, inclusive a atual reforma expressa na BNC-Formação, como movimentos formativos alinhados ao ordenamento espelhado pela agenda neoliberal para a educação, bem como o controle sistemático das políticas de formação de professores, a partir da práxis social mediada ética e ideologicamente pelo capital. |
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