FORMAÇÃO PRAGMÁTICA, AUTORRESPONSABILIZAÇÃO E PADRONIZAÇÃO NAS POLÍTICAS DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: EMBATES NO CONTEXTO DE 2017 E 2018
A agenda global está voltada para as bases nacionais comuns curriculares, orientadas aos propósitos do mercado e requerendo resultados pautados em um modelo padrão de cidadania, (auto)responsabilização e accountability. O investimento para tal tem sido via reformas em modelos de gestão, avaliação, f...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande (FURG) |
| Repositorio: | Revista Didática Sistêmica |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.furg.br:article/11731 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.furg.br/redsis/article/view/11731 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Formação de Professores. Reforma Curricular. Políticas Públicas. |
| Sumario: | A agenda global está voltada para as bases nacionais comuns curriculares, orientadas aos propósitos do mercado e requerendo resultados pautados em um modelo padrão de cidadania, (auto)responsabilização e accountability. O investimento para tal tem sido via reformas em modelos de gestão, avaliação, formação de professores e currículo. Questionamos sobre os impactos que esse movimento mundial reformista constitui para a formação de professores, em um estudo documental, esmiuçando os textos do período de 2017 e 2018, contextualizando na conjuntura com que acontecem. Sob a influência do neoliberalismo e do neoconservadorismo, cria-se um paradoxo sobre a função social do professor, centrando nossa preocupação em torno da preocupante perda do sentido da docência, não somente para os professores, mas também para a sociedade atual. |
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