Avaliação de força e resistência muscular inspiratória em pacientes com cardiopatia chagásica crônica
Introdução: A força muscular inspiratória (FMI) aparece reduzida em pacientes com cardiopatia chagásica crônica (CCC) e insuficiência cardíaca (IC) mas poucos estudos comparam a FMI e resistência muscular inspiratória (RMI) nas fases iniciais e tardia na CCC. Objetivo: Comparar a FMI e a RMI em indi...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:arca.fiocruz.br:icict/62996 |
| Acceso en línea: | https://arca.fiocruz.br/handle/icict/62996 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Resistência Muscular Inspiratória Doença de Chagas Cardiopatia Chagásica Crônica Força Muscular Inspiratória Inspiratory Muscle Strength Inspiratory Muscle Endurance Chagas Disease Chagas Heart Disease Cardiomiopatia Chagásica Resistência das Vias Respiratórias 03 Saúde e Bem-Estar |
| Sumario: | Introdução: A força muscular inspiratória (FMI) aparece reduzida em pacientes com cardiopatia chagásica crônica (CCC) e insuficiência cardíaca (IC) mas poucos estudos comparam a FMI e resistência muscular inspiratória (RMI) nas fases iniciais e tardia na CCC. Objetivo: Comparar a FMI e a RMI em indivíduos com CCC, com e sem insuficiência cardíaca. Métodos: Neste estudo transversal, 30 voluntários adultos com CCC, ambos os sexos, acompanhados num centro de referência foram divididos em grupos, CC (sem IC; n=15) e IC (com IC; n=15). Foram avaliados FMI pela pressão inspiratória máxima (PImax), RMI por teste incremental (Pthmax) e de carga constante (TLim), força muscular periférica (FMP) por dinamometria manual e o nível de atividade física pelo questionário Internacional de Atividade Física - Forma Curta (IPAQ-SF). Foram considerados reduzidos valores de FMI e RMI quando PImax predita < 70% e relação Pthmax/PImax < 75%, respectivamente. A comparação das medianas entre os grupos CC e IC foi realizada por meio do teste de Mann-Whitney, as frequências por meio do teste exato de Fisher e associações pelas regressões linear e logística. As análises foram realizadas no software Stata 13.0, sendo considerado nível de significância p≤0,05. Resultados: O grupo IC apresentou FEVE pior (39% vs 62%; p<0,001) e IPAQ-SF menor (p=0,013) em relação ao CC. Não foram observadas diferenças significativas nas variáveis de força e resistência musculares inspiratórias entre os grupos. A redução da FMI foi mais frequente no grupo IC do que no grupo CC (46,7% vs 13,5%; p=0,050) e ambos os grupos apresentaram altas frequências de redução da RMI (93,3% CC vs 100,0% CI). A presença de insuficiência cardíaca aumentou em 7 vezes a chance de redução da FMI em relação ao grupo CC (OR=7,47; p=0,030). Conclusão: Este estudo sugere que a insuficiência cardíaca é um preditor de FMI em pacientes com cardiopatia chagásica, e que a redução do RMI já está presente na fase inicial da CC, assim como na fase avançada |
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