Incontinência urinária: aspectos epidemiológicos, fisiopatológicos e manejo terapêutico: Urinary incontinence: epidemiological, pathophysiological aspects and therapeutic management
A Incontinência Urinária (IU) diz respeito a qualquer perda involuntária de urina. Essa doença pode ocorrer em ambos os sexos, no entanto, a IU ocorre majoritariamente em mulheres, estando muitas vezes associada à disfunção da bexiga ou dos músculos do assoalho pélvico, sendo mais frequente durante...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz) |
| Repositorio: | Revista Veras |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/52757 |
| Acceso en línea: | https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/52757 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | incontinência urinária mulher sling de uretra média tratamento |
| Sumario: | A Incontinência Urinária (IU) diz respeito a qualquer perda involuntária de urina. Essa doença pode ocorrer em ambos os sexos, no entanto, a IU ocorre majoritariamente em mulheres, estando muitas vezes associada à disfunção da bexiga ou dos músculos do assoalho pélvico, sendo mais frequente durante a gravidez, parto ou após a menopausa. A prevalência da IU aumenta consideravelmente na quinta década de vida das mulheres. Tal patologia pode ser dividida em tipos diferentes, sendo a Incontinência Urinária de Esforço (IUE), a Incontinência Urinária de Urgência (IUU) e a Incontinência Urinária Mista (IUM) as mais comuns. Para o diagnóstico de IU é necessário uma história e um exame físico detalhado, de forma que se consiga não somente confirmar o diagnóstico, mas também fazer a exclusão de outras condições como: epitélio uretral e vaginal finos e ressecados, obstrução intestinal, infecções, limitação da mobilidade, causas emocionais, terapia medicamentosa, endocrinopatias ou delirium. Além da anamnese e exame clínico, podem ser necessários alguns exames complementares para melhorar a investigação, dentre os exames, pode-se citar: urinálise, urocultura, função renal, diário miccional, ultrassonografia e o teste urodinâmico, exame normalmente realizado em pacientes com IU persistente ou com sintomas resistentes às medidas conservadoras. O tratamento da IU pode ser feito de várias formas, porém, nos casos de IUE ou Mista, desde que sejam classificadas como leves ou moderadas, o tratamento conservador por meio da fisioterapia deve ser a primeira opção devido a sua alta efetividade e acessibilidade nessas situações. No entanto, em outras ocasiões, o tratamento farmacológico e o tratamento cirúrgico também podem ser ótimas opções para o tratamento da IU, principalmente na IUU, contribuindo, dessa forma, para uma melhora considerável da qualidade de vida das mulheres que sofrem dessa doença. |
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