De l’herméneutique à la phénoménologie de l’œuvre littéraire
Com os consideráveis trabalhos de P. Ricouer consagrados à obra literária – em particular La métaphore vive (1975) e os três volumes de Temps et récit (1982-1986), mas também os numerosos artigos e comunicações breves -, à elucidação da obra sob o horizonte hemenêutico parece ter sido imposta em det...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2008 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Estudos e Pesquisas em Psicologia (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/10747 |
| Acceso en línea: | https://www.e-publicacoes.uerj.br/revispsi/article/view/10747 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Fenomenologia Hermenêutica Literatura Paul Ricoeur Psicologia |
| Sumario: | Com os consideráveis trabalhos de P. Ricouer consagrados à obra literária – em particular La métaphore vive (1975) e os três volumes de Temps et récit (1982-1986), mas também os numerosos artigos e comunicações breves -, à elucidação da obra sob o horizonte hemenêutico parece ter sido imposta em detrimento de uma aproximação mias estritamente fenomenológica. De fato, a filosofia de Ricoeur dá uma guinada, no meado dos anos setenta, de uma fenomenologia pós-husserliana (representada por Le volontaire et l’involuntaire bem como por numerosos artigos sobre Husserl) para uma hermenêutica da existência humana finita e fática que iria interrogar de maneira constante a literatura. Este redirecionamento é anterior aos trabalhos sobre a obra literária – que se esboça no ensaio sobre Freud de 1969 -, mas permitiu abrir uma interpretação de textos que assumem o ponto de vista hermenêutico. Queremos mostrar aqui que uma elucidação mais puramente fenomenológica foi – e ainda é – possível. Este ponto de vista foi aberto por R. Ingarden desde 1931 em seu livro capital : L'œuvre d'art littéraire e esta obra servirá de fio condutor à este esboço de uma possível fenomenologia da obra. |
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