As traduções latinas antimedievais da obra de Aristóteles: o caso Leonardo Bruni
Resumo: A tradução para o latim da obra aristotélica, completada na Idade Média, foi marcada pelo método literalista, considerado por leitores filósofos e teólogos da época o mais adequado para transmitir da maneira mais fiel possível o conteúdo do original. Durante o Renascimento, o método medieval...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | TradTerm (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/181958 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/tradterm/article/view/181958 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Tradução medieval Tradução humanista Leonardo Bruni Papel cultural da tradução |
| Sumario: | Resumo: A tradução para o latim da obra aristotélica, completada na Idade Média, foi marcada pelo método literalista, considerado por leitores filósofos e teólogos da época o mais adequado para transmitir da maneira mais fiel possível o conteúdo do original. Durante o Renascimento, o método medieval sofreu uma crítica vigorosa de humanistas, com destaque para Leonardo Bruni, que, com seu método de traduzir inspirado no estilo eloquente da literatura latina clássica, procurou renovar a forma de apresentação do texto aristotélico, aproximando-o do gosto do Renascimento. O confronto entre as duas escolas de tradução, a medieval e a humanista, mostra como maneiras distintas de utilização do legado cultural podem contribuir para o processo de intelectualização de uma época. |
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