A conversão do TCA em OTCA e as dificuldades remanescentes

Este artigo construiu uma narrativa histórica para analisar a conversão do Tratado de Cooperação Amazônica (TCA) em Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) e as dificuldades remanescentes enfrentadas pela instituição. A pesquisa tem caráter bibliográfico e documental, sendo classificad...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Filippi, Eduardo Ernesto, Macedo, Marcus Vinicius Aguiar
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/241559
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/241559
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Integração regional : América do Sul
Sustentabilidade
Acordo internacional
Amazônia
Tratado de Cooperação Amazônica. (1978)
ACT
ACTO
Historical conversion
Amazon Pactt
Amazon Cooperation Treaty
TCA
OTCA
Pacto Amazónico
Conversión histórica
Tratado de Cooperación Amazónicaes
Descripción
Sumario:Este artigo construiu uma narrativa histórica para analisar a conversão do Tratado de Cooperação Amazônica (TCA) em Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) e as dificuldades remanescentes enfrentadas pela instituição. A pesquisa tem caráter bibliográfico e documental, sendo classificada como longitudinal. Os principais eventos históricos perpassados pelo TCA até tornar-se OTCA envolvem as pretensões de internacionalização da Pan-Amazônia desde a Conferência de Estocolmo, o contexto da Guerra Fria, os avanços tecnológicos, o aprofundamento da globalização, as ditaduras militares e o processo de redemocratização que culminou no fortalecimento dos arranjos supranacionais. Todavia, o principal motivo dessa conversão deu-se pela tentativa de superação de dificuldades internas do bloco, tal como a percepção que sua configuração inicial pro tempore não contribuía para a integração de políticas na região, o que levou a uma reengenharia da instituição e adoção de uma secretaria permanente que, com mais autonomia, tem como função atual proteger os bens da natureza transnacional, conglomerados de nações, povos e diversidades integrados na Amazônia.