Artistas do deslocamento: cinco estudos em arte contemporânea africana
Esta dissertação, de caráter ensaístico e cartográfico, acompanha dimensões da arte contemporânea africana a partir de estudo de cinco criadores do continente africano participantes do Festival de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil, realizado na cidade de São Paulo, entre 2011 e 2018. O repertório...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-12082019-115935 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/93/93131/tde-12082019-115935/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Aesthetics African art Africanos Africans Art Arte Arte africana Arte contemporânea Contemporary art Estética |
| Sumario: | Esta dissertação, de caráter ensaístico e cartográfico, acompanha dimensões da arte contemporânea africana a partir de estudo de cinco criadores do continente africano participantes do Festival de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil, realizado na cidade de São Paulo, entre 2011 e 2018. O repertório composto evidencia desafios e possibilidades para a constituição de poéticas e sensibilidades extraocidentais, reunindo criações que expressam diversas formas de deslocamento e destacam a intensa circulação entre mundos como parte importante da assinatura africana. De modo polifônico, as produções de Dan Halter, Bouchra Khalili, Bianca Baldi, Michael MacGarry e Karo Akpokiere sublinham a complexidade dos universos estéticos de criações africanas, ao mesmo tempo que questionam prescrições sobre diferenças culturais, regimes de fronteiras e narrativas hegemônicas que impulsionam a captura das imaginações. Sinalizam um campo multifacetado, em plena ebulição e construção, que se desdobra na necessidade de pluralização de referenciais, a fim de desconstruir assimetrias de poder, gerando novas experiências políticas e estéticas. |
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