#ARMYHelpThePantanal e o ativismo do fandom ARMY no Brasil.

Este artigo analisa o comportamento do fandom ARMY durante a arrecadação de fundos ARMY Help The Pantanal realizada em 2020. Com foco na mobilização dos Curadores (Lopes; Mungioli, 2011) da campanha na rede social Twitter, busca-se expor a maneira como a organicidade tribalista dos ARMYs (Maffesoli,...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Gonçalves, Laís Limonta, Prado, Denise Figueiredo Barros do
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)
Repositorio:Repositório Institucional da UFOP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufop.br:123456789/20623
Acceso en línea:https://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/20623
https://doi.org/10.25112/bcij.v4i1.3685
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:
Fandom
ARMY
Tribalismo
Ativismo de fã
Descripción
Sumario:Este artigo analisa o comportamento do fandom ARMY durante a arrecadação de fundos ARMY Help The Pantanal realizada em 2020. Com foco na mobilização dos Curadores (Lopes; Mungioli, 2011) da campanha na rede social Twitter, busca-se expor a maneira como a organicidade tribalista dos ARMYs (Maffesoli, 1998), em adição ao ativismo de fãs (Amaral; Souza; Monteiro, 2014), se revela durante a criação, gestão e prestação de contas da campanha. Para isso, foi feito um rastreio das fases de desenvolvimento dela, por meio do monitoramento do fandom ARMY e, em especial, a fanbase ARMY Help The Planet (AHTP), entre agosto e novembro de 2020. Dentre as 378 postagens coletadas relacionadas à campanha, identificamos a atuação da AHTP enquanto equipe primordial para a criação e desenvolvimento da arrecadação ARMY Help The Pantanal. Assim, a partir da análise, é possível traçar como diferentes estratégias realizadas inferem no progresso e nos resultados da campanha.