CHAPA BRANCA: FARDA E FANTASIA NOS DESFILES DA BEIJA-FLOR (1973-1975)
Neste artigo, propomos estabelecer um estudo sistemático dos enredos chapa branca no GRES Beija-Flor de 1973 a 1975. Nos periódicos da época e por meio da política cultural, identificamos a interpretação dos enredos que enalteceram as realizações governamentais durante o chamado milagre brasileiro n...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Textos escolhidos de cultura e arte populares (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/30784 |
| Acceso en línea: | https://www.e-publicacoes.uerj.br/tecap/article/view/30784 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | POLÍTICA CULTURAL CULTURA MATERIAL CARNAVAL BEIJA-FLOR DE NILÓPOLIS CHAPA BRANCA. 80300006 |
| Sumario: | Neste artigo, propomos estabelecer um estudo sistemático dos enredos chapa branca no GRES Beija-Flor de 1973 a 1975. Nos periódicos da época e por meio da política cultural, identificamos a interpretação dos enredos que enalteceram as realizações governamentais durante o chamado milagre brasileiro no regime militar. Na produção textual (enredos e samba-enredo) observamos relações com a ideologia militar. Isso caracterizou a imagem negativa relacionada à agremiação nilopolitana, com o estigma de Unidos da Arena, fardo atribuído pela imprensa escrita. |
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