Avaliação neuropsicológica do processo de tomada de decisões em crianças e adolescentes: uma revisão integrativa da literatura

OBJETIVO: Atualmente, tem havido um interesse crescente nos aspectos "quentes" das funções executivas relacionados ao córtex orbitofrontal, em particular na tomada de decisão afetiva em crianças e adolescentes. Revisamos a literatura sobre a avaliação da tomada de decisão em crianças e ado...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Mata, Fernanda Gomes da, Neves, Fernando Silva, Lage, Guilherme Menezes, Moraes, Paulo Henrique Paiva de, Mattos, Paulo, Fuentes, Daniel, Corrêa, Humberto, Malloy-Diniz, Leandro
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Archives of Clinical Psychiatry
Idioma:portugués
inglés
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/17361
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/acp/article/view/17361
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Tomada de decisão
Iowa Gambling Task
funções executivas
desenvolvimento cognitivo
Decision-making
executive functions
cognitive development
Descripción
Sumario:OBJETIVO: Atualmente, tem havido um interesse crescente nos aspectos "quentes" das funções executivas relacionados ao córtex orbitofrontal, em particular na tomada de decisão afetiva em crianças e adolescentes. Revisamos a literatura sobre a avaliação da tomada de decisão em crianças e adolescentes utilizando o paradigma do Iowa Gambling Task e derivados. MÉTODO: Pesquisamos artigos publicados de 2000 a 2009, indexados no Lilacs e no PubMed e que estudaram crianças e/ou adolescentes até 16 anos. Os artigos foram analisados de acordo com os paradigmas utilizados nos estudos, as conclusões sobre o desenvolvimento no processo de tomada de decisão e a capacidade de distinção entre a população clínica e os controles. RESULTADOS: Trinta e seis artigos foram selecionados. Os estudos envolvendo crianças e adolescentes ainda são poucos quando comparados àqueles realizados com população adulta. Foram desenvolvidas diversas versões derivadas do paradigma IGT a fim de estudar a tomada de decisão em crianças e adolescentes. CONCLUSÃO: O IGT é o instrumento mais utilizado. Em pré-escolares, versões simplificadas têm sido utilizadas com maior frequência. Os diferentes paradigmas se mostram úteis na diferenciação entre sujeitos normais e com transtornos psiquiátricos. Os resultados se relacionam de forma positiva e significativa com a frequência de comportamentos impulsivos em populações não clínicas.