Avaliação neuropsicológica do processo de tomada de decisões em crianças e adolescentes: uma revisão integrativa da literatura
OBJETIVO: Atualmente, tem havido um interesse crescente nos aspectos "quentes" das funções executivas relacionados ao córtex orbitofrontal, em particular na tomada de decisão afetiva em crianças e adolescentes. Revisamos a literatura sobre a avaliação da tomada de decisão em crianças e ado...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Archives of Clinical Psychiatry |
| Idioma: | portugués inglés |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/17361 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/acp/article/view/17361 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Tomada de decisão Iowa Gambling Task funções executivas desenvolvimento cognitivo Decision-making executive functions cognitive development |
| Sumario: | OBJETIVO: Atualmente, tem havido um interesse crescente nos aspectos "quentes" das funções executivas relacionados ao córtex orbitofrontal, em particular na tomada de decisão afetiva em crianças e adolescentes. Revisamos a literatura sobre a avaliação da tomada de decisão em crianças e adolescentes utilizando o paradigma do Iowa Gambling Task e derivados. MÉTODO: Pesquisamos artigos publicados de 2000 a 2009, indexados no Lilacs e no PubMed e que estudaram crianças e/ou adolescentes até 16 anos. Os artigos foram analisados de acordo com os paradigmas utilizados nos estudos, as conclusões sobre o desenvolvimento no processo de tomada de decisão e a capacidade de distinção entre a população clínica e os controles. RESULTADOS: Trinta e seis artigos foram selecionados. Os estudos envolvendo crianças e adolescentes ainda são poucos quando comparados àqueles realizados com população adulta. Foram desenvolvidas diversas versões derivadas do paradigma IGT a fim de estudar a tomada de decisão em crianças e adolescentes. CONCLUSÃO: O IGT é o instrumento mais utilizado. Em pré-escolares, versões simplificadas têm sido utilizadas com maior frequência. Os diferentes paradigmas se mostram úteis na diferenciação entre sujeitos normais e com transtornos psiquiátricos. Os resultados se relacionam de forma positiva e significativa com a frequência de comportamentos impulsivos em populações não clínicas. |
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