Os efeitos da integração financeira sobre a competitividade externa dos países da União Monetária Europeia

A adoção de uma moeda única por diferentes países muda significativamente a política econômica desses países. O objetivo desta dissertação, elaborada em forma de artigo, é estudar os efeitos da adoção do euro sobre a competitividade internacional dos países-membros da União Monetária Europeia (UME)...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Ribarczyk, Bruna Gabriela
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/132893
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/132893
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Economia internacional
Competitividade
Integração financeira
Europa
European monetary union
Competitiveness
Euro
Theory of optimal currency areas
Generalized method of moments
Descripción
Sumario:A adoção de uma moeda única por diferentes países muda significativamente a política econômica desses países. O objetivo desta dissertação, elaborada em forma de artigo, é estudar os efeitos da adoção do euro sobre a competitividade internacional dos países-membros da União Monetária Europeia (UME) com base no arcabouço teórico da teoria das áreas monetárias ótimas. A análise econométrica irá compreender um painel dinâmico com 12 países da UME nos períodos de 2002 a 2013 para inferir se a entrada de capitais teve impacto negativo na competitividade externa dos países periféricos da UME e como que os diferentes tipos de capitais interferiram sobre a taxa de câmbio real efetiva dos países da Zona do Euro. Conclui-se assim que não só a crise é capaz de permitir ganhos de competitividade entre os países da UME, como outros fatores mais desejáveis também, tal como a entrada de outros investimentos da conta financeira do balanço de pagamentos, a abertura comercial e os gastos do governo. Além disso, constata-se que o impacto da mobilidade de capital na competitividade é influenciado não só pelo tipo de capital como também pelo país que recebe esse fluxo.