A materialidade do medo: o papel da narrativa jornalística na ampliação deste estado afetivo

No presente artigo, estamos desenvolvendo uma reflexão que toma o medo como eixo central da conexão entre o mundo das notícias e dos leitores, ouvintes e telespectadores. O ponto de partida é a aceitação de que tal sentimento é um tipo de representação social que estabelece uma espécie de consenso e...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Borges, Vânia Coutinho Quintanilha, Borges, Wilson Couto
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Repositorio:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:arca.fiocruz.br:icict/9690
Acceso en línea:https://arca.fiocruz.br/handle/icict/9690
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Narrativa Jornalística
Medo
Meditação
Narrative Journalism
Fear
Meditation
Descripción
Sumario:No presente artigo, estamos desenvolvendo uma reflexão que toma o medo como eixo central da conexão entre o mundo das notícias e dos leitores, ouvintes e telespectadores. O ponto de partida é a aceitação de que tal sentimento é um tipo de representação social que estabelece uma espécie de consenso entre a população, neste caso especial a do Rio de Janeiro, produzindo sentidos sobre o espaço urbano. Para tanto, especialmente para provocar uma aproximação entre os campos da comunicação e da psicologia, recuperaremos algumas contribuições de dois célebres autores, Mikhail Bakhtin e Lev Vygotsky, particularmente no que diz respeito à dimensão da cultura como elemento estruturante da interação social. Num segundo momento, nos deteremos sobre a questão da centralidade da cultura, destacando a luta ideológica! em torno da qual se produz a construção hegemônica dos significados.