¡malditas invasiones curriculares!

O ensaio dialoga sobre imagens curriculares utópicas que, expressas na escola, representam os feitos ideais de condutas, comportamentos almejados para exaustão da vida nos curriculos que insistem no enquadramento. Logo, o objetivo é questionar a lógica quase imperial de veiculação de imagens das prá...

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Detalles Bibliográficos
Autores: roseiro, steferson zanoni, lippaus pires gonçalves, nahun thiaghor, zanotti guerra frizzera delboni, tania mara
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Childhood & Philosophy (Rio de Janeiro. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/79312
Acceso en línea:https://www.e-publicacoes.uerj.br/childhood/article/view/79312
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Currículo
Criança
Imagens
Fabulação
curriculum
child
image
fabulation
currículo
niño/niña
imagen
fabulación
Descripción
Sumario:O ensaio dialoga sobre imagens curriculares utópicas que, expressas na escola, representam os feitos ideais de condutas, comportamentos almejados para exaustão da vida nos curriculos que insistem no enquadramento. Logo, o objetivo é questionar a lógica quase imperial de veiculação de imagens das práticas curriculares. Para tanto são fabuladas cenas de escola que brincam com a lógica das estabilidades curriculares. Se a escola e a professora se veem, nesse contexto, obrigadas a registrar os currículos em imagens quase midiáticas, interessa-nos produzir imagens no limite do aceitável. Afinal, o que se entende por currículos? Quais sentidos são produzidos a partir dessas invasões imagéticas? Uma escola que prolifera as imagens-perfeitas de sala de aula, de aluno, de professora etc. mais enlutam a vida que realmente a produzem. Na contramão, como produzir imagens para além do governo da vida? É possível afirmar a escola como uma potência do infinito?