Poliomielite: As causas para a queda da cobertura vacinal no Brasil
Introdução: Desde 1994, o Brasil manteve o compromisso de não permitir a reintrodução do vírus da pólio em seu território, com uma meta vacinal de 95% da população. No entanto, desde 2016, essa meta não tem sido atingida, o que levou a uma queda preocupante na cobertura vacinal. Isso pode ser atribu...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) |
| Repositorio: | Research, Society and Development |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/44018 |
| Acceso en línea: | https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/44018 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Vaccination coverage Vaccination Immunization Poliomyelitis. Cobertura de vacunación Vacunación Inmunización Poliomielitis. Cobertura vacinal Vacinação Imunização Poliomielite. |
| Sumario: | Introdução: Desde 1994, o Brasil manteve o compromisso de não permitir a reintrodução do vírus da pólio em seu território, com uma meta vacinal de 95% da população. No entanto, desde 2016, essa meta não tem sido atingida, o que levou a uma queda preocupante na cobertura vacinal. Isso pode ser atribuído à pandemia de COVID-19, ao movimento antivacina e à implementação de políticas de austeridade na saúde e educação. Objetivo: Identificar as causas para a queda da cobertura vacinal de poliomielite apresentadas nos estudos científicos. Métodos: Trata-se de uma revisão narrativa da literatura que foi realizada através das bases de dados Lilacs, Scielo, Pubmed e BVS. Foram selecionados artigos compatíveis com os critérios de inclusão: estudos realizados entre 2018 a 2023, em inglês e português, completos e disponíveis para consulta. Foram excluídos documentos que não se encaixavam nos critérios estabelecidos. Resultados e Conclusão: A queda na cobertura vacinal da poliomielite resulta de diversos fatores, incluindo a hesitação vacinal, o movimento antivacina e desafios relacionados ao Sistema Único de Saúde (SUS) durante a pandemia de COVID-19. É fundamental o investimento no SUS para garantir recursos adequados, capacitação de profissionais e melhoria das instalações de vacinação. Estratégias de comunicação em saúde são essenciais para promover a confiança nas vacinas e combater a hesitação vacinal e movimentos antivacina. A pesquisa teve limitações devido à escassez de publicações sobre o assunto, sugerindo a necessidade de futuras pesquisas com gestores, profissionais e a população para uma compreensão mais abrangente desse fenômeno. |
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