Olhar ao redor : pedagogia dos vídeos esféricos para o telejornalismo
A tese investiga quais formas de pedagogia do olhar emergem no jornalismo com a possibilidade de olhar ao redor, através do uso de vídeos esféricos, feitos com câmeras que captam imagens em 360 graus. Defende-se a necessidade de uma pedagogia da visualidade jornalística, considerando que dar a ver d...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPE |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufpe.br:123456789/43331 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/43331 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Comunicação Jornalismo Telejornalismo Telejornalismo em 360 Graus Vídeos esféricos |
| Sumario: | A tese investiga quais formas de pedagogia do olhar emergem no jornalismo com a possibilidade de olhar ao redor, através do uso de vídeos esféricos, feitos com câmeras que captam imagens em 360 graus. Defende-se a necessidade de uma pedagogia da visualidade jornalística, considerando que dar a ver difere de um ensinar o que ver, independente da tecnologia visual que se oferte. A metodologia de caráter quali- quantitativa incluiu revisão teórico-conceitual; construção da noção operatória de telejornalismo em 360 graus; entrevistas semiestruturadas com estudiosos do tema e jornalistas; além de pesquisa de caráter exploratório, descritivo e analítico, com o mapeamento de experiências e inventário de peças audiovisuais. O corpus empírico é constituído por 344 vídeos publicados em 28 meios de comunicação do Brasil no período de 2016 a 2019. Entre os resultados destacamos: a pouca aplicabilidade das pedagogias previstas para a tecnologia 360 graus; baixo aproveitamento de efeitos de imersão e presença; necessidade de aprimoramento das práticas relacionadas ao olhar ao redor; e uma materialidade que, após analisada, sugere a discordância dos usos previstos pelo panorama bibliográfico que estipulava determinadas usabilidades dessas câmeras no jornalismo. Para escapar de uma perspectiva errante e que beira a dispersão visual, apresentamos em caráter propositivo as intencionalidades de uso para esse formato, reivindicado aqui como recurso de observação dos entornos, considerando-os potentes áreas visuais onde se manifestam deixas simbólicas capazes de nos oferecer compreensões mais robustas sobre os fatos. |
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