O raciocínio multiescalar na qualificação do Ensino de Geografia e o conceito escala na normativa curricular nacional de Geografia

Nosso objetivo neste artigo é apresentar e discutir os resultados egressos da leitura analítica e interpretativa do conceito científico escala prescrito na Base Nacional Comum Curricular – Geografia, para o Ensino Fundamental. Nessa leitura utilizamos os procedimentos metodológicos preconizados pela...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Leite Alvarenga Botelho, Lucio Antonio, Valadão, Roberto Célio
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Roraima (UFRR)
Repositorio:Acta Geográfica (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:oai.revista.ufrr.br:article/7758
Acesso em linha:http://revista.ufrr.br/actageo/article/view/7758
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Raciocínio Geográfico.
BNCC Geografia.
Categorias de escala.
Escala Cartográfica
Escala Geográfica
Descrição
Resumo:Nosso objetivo neste artigo é apresentar e discutir os resultados egressos da leitura analítica e interpretativa do conceito científico escala prescrito na Base Nacional Comum Curricular – Geografia, para o Ensino Fundamental. Nessa leitura utilizamos os procedimentos metodológicos preconizados pela Grounded Theory, os quais permitiram analisar o sentido dos textos da normativa a partir da interpretação dos pesquisadores. Primeiramente, mediante uso de revisão bibliográfica, destacamos algumas questões relacionadas ao papel das escalas cartográfica e geográfica na sala de aula, na busca por delimitar o papel fundamental do emprego sistemático desta última como um caminho para a qualificação do ensino de Geografia na escola. Diante da relevância da escala geográfica é que buscamos contextualizar o tratamento do conceito escala, tal como se encontra ele prescrito na normativa curricular hoje vigente no País. Nessa normativa, apesar de não haver distinção quanto ao papel e importância das escalas cartográfica e geográfica, segundo informações e dados por nós sistematizados conclui-se que o currículo nacional prescreve, em grande medida, a escala geográfica como aquela a ser priorizada no processo de ensino-aprendizagem em Geografia.