Modulação autonômica cardíaca em pessoas com lesão medular em transição postural durante uma tarefa de realidade virtual
Objetivo: A transição da postura sentada para o ortostatismo é um momento crítico para ocorrência de eventos disautonômicos em pessoas com lesão medular (LM). Nosso objetivo foi analisar a modulação autonômica cardíaca em pessoas com LM durante a transição postural da posição sentada para ortostatis...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNIFESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unifesp.br:11600/65274 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/11600/65274 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Lesão medular espinal Frequencia cardíaca Sistema nervoso autônomo Realidade virtual |
| Sumario: | Objetivo: A transição da postura sentada para o ortostatismo é um momento crítico para ocorrência de eventos disautonômicos em pessoas com lesão medular (LM). Nosso objetivo foi analisar a modulação autonômica cardíaca em pessoas com LM durante a transição postural da posição sentada para ortostatismo usando uma tarefa de realidade virtual (RV) cognitiva. Métodos: Os sujeitos foram posicionados no aparelho Easy Stand®, permaneceram sentados em repouso (0º considerando o ângulo entre o assento e o chão), elevação 45º e ortostatismo 90º, em cada posição por 5 minutos. Os grupos foram subdivididos em um grupo que realizou RV como intervenção e o outro grupo não realizou atividade de RV. A análise da variabilidade da frequência cardíaca (VFC) foi feita com um receptor de frequência cardíaca (Polar V800). Resultados: Foram avaliados 76 indivíduos, sendo 40 com diagnóstico médico de LM e 36 indivíduos para compor o grupo controle sem LM, pareados por idade e sexo. Os resultados mostram que apenas o grupo LM que realizou a tarefa em RV não apresentou diferença significativa entre as posições sentada versus 90º na ativação parassimpática e na variabilidade global. Houve um melhor equilíbrio simpatovagal nos grupos LM e controle que realizaram a tarefa de RV entre as posições sentada versus 90°. Conclusão: O uso da tarefa de RV parece contribuir para um melhor equilíbrio simpatovagal durante as trocas posturais. |
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