V for Vendetta: um diálogo entre quadrinhos e cinema

Esta dissertação de mestrado visa fazer uma análise comparativa das duas versões de V for Vendetta (quadrinhos e cinema), dando enfoque à forma e às estratégias de composição narrativa utilizadas pelos autores do romance gráfico, Alan Moore e David Lloyd; e, às estratégias de reestruturação desta na...

ver descrição completa

Detalhes bibliográficos
Autor: Oliveira, Cássio de Cerqueira
Tipo de documento: dissertação
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2016
País:Brasil
Recursos:Universidade do Estado da Bahia (UNEB)
Repositório:Saber Aberto – Repositório Institucional da UNEB
Idioma:português
OAI Identifier:oai:saberaberto.uneb.br:20.500.11896/8060
Acesso em linha:https://saberaberto.uneb.br/handle/20.500.11896/8060
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:V for Vendetta
Adaptação
Quadrinhos
Cinema
Descrição
Resumo:Esta dissertação de mestrado visa fazer uma análise comparativa das duas versões de V for Vendetta (quadrinhos e cinema), dando enfoque à forma e às estratégias de composição narrativa utilizadas pelos autores do romance gráfico, Alan Moore e David Lloyd; e, às estratégias de reestruturação desta narrativa em outra mídia, usadas por James McTeigue na adaptação para o cinema, em 2006. Para alcançar tal objetivo, primeiramente analisamos como alguns romances gráficos de Alan Moore têm sido transpostos para o cinema desde o início deste século, visando posicionar, dentre os textos adaptados e as adaptações, o objeto de estudo deste trabalho. Em um segundo momento, fizemos uso de teorias discutidas por autores como Linda Hutcheon (2011) e Robert Stam (2000, 2008), que trabalham com os conceitos de adaptação, principalmente no que diz respeito à transposição de outras mídias (literatura, quadrinhos, etc) para o cinema, como aporte teórico para embasar esta pesquisa. Por fim, descrevemos como a versão impressa utiliza os recursos dos quadrinhos (imagens e palavras) para compor a narrativa de Vfor Vendetta (1988-1989), e como o filme homônimo de James McTeigue (2006) recria efeitos estéticos semelhantes, ao mesmo tempo em que é influenciado pela especificidade midiática e pela tradição hollywoodiana da qual o filme faz parte.