Revisitando as três condições do ato propriamente virtuoso em Ética Nicomaqueia II 4
Este artigo pretende retomar a interpretação que pode ser chamada de tradicional das três condições do ato propriamente virtuoso expostas em EN II 4, i.e., o conhecimento, escolher deliberadamente o ato por ele mesmo e seguir-se de uma disposição firme e não hesitante. A atenção da análise será volt...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/106990 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/106990 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Aristóteles, 384-322 A.C. Ethica Eudemia = Ética a Eudemio Filosofia antiga Filosofia grega Ética aristotélica Virtude (Filosofia) |
| Sumario: | Este artigo pretende retomar a interpretação que pode ser chamada de tradicional das três condições do ato propriamente virtuoso expostas em EN II 4, i.e., o conhecimento, escolher deliberadamente o ato por ele mesmo e seguir-se de uma disposição firme e não hesitante. A atenção da análise será voltada à primeira e à terceira condição. Buscar-se-á mostrar que a condição do conhecimento pode ser compreendida como conhecimento das circunstâncias, do ato ele mesmo como virtuoso e das técnicas ou ofícios que podem ser por ele requeridos. Buscar-se-á igualmente justificar a introdução do termo ‘disposição’ na tradução apresentada, já que o termo grego ‘hexis’ não consta na passagem analisada. Um apontamento será feito, por fim, no sentido de oferecer uma justificativa mais ampla para a interpretação aqui defendida na medida em que a localiza como um posicionamento contrário à concepção intelectualista socrática. |
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