COMPARAÇÃO DO NÚMERO MÁXIMO DE REPETIÇÕES EM SÉRIES MÚLTIPLAS ENTRE INDIVÍDUOS COM DIFERENTES TEMPOS DE EXPERIÊNCIA NO TREINAMENTO DE FORÇA

O treinamento de força (TF) proporciona adaptações centrais e morfológicas que influenciam no processo de produção de força. Por isso é esperado que ocorram diferenças no desempenho de força entre homens com diferentes tempos de experiência no TF. Assim, este estudo teve como objetivo comparar o núm...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Pedrosa, Gustavo Ferreira, Lana, Maria Carolina Barbosa, Ferreira, Guilherme Silva Alves, Pedrosa, Ricardo Ferreira, Dos Santos, Marcos Henrique Rodrigues, Diniz, Rodrigo César Ribeiro
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade Católica de Brasília (UCB)
Repositorio:Revista Brasileira de Ciência e Movimento (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.portalrevistas.ucb.br:article/10249
Acceso en línea:https://portalrevistas.ucb.br/index.php/rbcm/article/view/10249
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Treinamento de força
Número máximo de repetições
Indivíduos treinados
Supino
Descripción
Sumario:O treinamento de força (TF) proporciona adaptações centrais e morfológicas que influenciam no processo de produção de força. Por isso é esperado que ocorram diferenças no desempenho de força entre homens com diferentes tempos de experiência no TF. Assim, este estudo teve como objetivo comparar o número máximo de repetições realizadas em séries múltiplas entre indivíduos com diferentes tempos de experiência no TF. Vinte e dois homens foram divididos em dois grupos de acordo com o tempo de experiência no TF.O Grupo Muito Experiente (GME) foi representado por homens com mais de 5 anos no TF. O Grupo Pouco Experiente (GPE) foi composto por homens com 1 a 6 meses de TF. Os grupos foram submetidos à realização do maior número de repetições em três séries a 80% de 1RM no exercício supino reto. Além disso, a duração média da repetição foi registrada e comparada em cada série. Na comparação estabelecida pela ANOVA mista (fator 1 = experiência, fator 2 = série), o número máximo de repetições foi diferente apenas apenas na primeira série (p = 0,02). Quanto à duração média da repetição, não foram encontradas diferenças entre os grupos (p = 0,80). Conclui-se que o tempo de experiência no TF interferiu na realização do número máximo de repetições apenas na primeira série.