Comparação entre injeção pré-operatória e intraoperatória de 99mtc-dextran-500 na pesquisa do linfonodo sentinela em câncer de mama
Introdução: O diagnóstico precoce do câncer de mama tem tornado a biópsia do linfonodo sentinela (BLS) um método cada vez mais preconizado. Radiofármacos são usados para pesquisa e posterior BLS, porém ainda não existe um método padronizado. Uma das divergências refere-se ao tempo ideal da realizaçã...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/77217 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/77217 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Neoplasias da mama Biópsia de linfonodo sentinela Dextranos Tecnécio Linfocintigrafia Sentinel node Breast cancer 99mTc-Dextran-500 Intraoperative injection Preoperative injection Lymphoscintigraphy |
| Sumario: | Introdução: O diagnóstico precoce do câncer de mama tem tornado a biópsia do linfonodo sentinela (BLS) um método cada vez mais preconizado. Radiofármacos são usados para pesquisa e posterior BLS, porém ainda não existe um método padronizado. Uma das divergências refere-se ao tempo ideal da realização da injeção do material radioativo, que pode ser realizado no intra ou no pré-operatório. Objetivos: Comparar os resultados da BLS dos pacientes com câncer de mama submetidos à injeção intraoperatória de 99mTc-Dextran-500 em relação aos pacientes que realizaram injeção pré-operatória deste mesmo radiofármaco. Métodos: Estudo retrospectivo por meio da revisão dos prontuários de pacientes com câncer de mama invasivo que realizaram BLS com uso de 99mTc-Dextran-500, de janeiro de 2008 a agosto de 2012, em uma única instituição. Os pacientes foram divididos segundo o momento de injeção do radiofármaco na mama acometida em grupo pré-operatório (PO) e grupo intraoperatório (IO). Os pacientes que recebiam injeção pré-operatória realizavam o mapeamento linfático por linfocintilografia. Nos dois grupos, era realizada análise da axila com auxílio do gamma probe durante o ato cirúrgico. Os grupos foram analisados quanto ao estadiamento tumoral clínico, número de focos do tumor primário, invasão vascular peritumoral, presença de receptores hormonais, resultado histológico e anatomopatológico e quantidade de linfonodos (LFs) retirados. Resultados: Foram incluídos 221 pacientes (PO=81 e IO=140). O estadiamento e a histologia tumorais, o número de focos, a invasão vascular peritumoral, bem como a idade dos pacientes eram semelhantes nos dois grupos. A média de LFs retirados foi 2,07 (+-1,33) no PO e 2,20 (+-1,13) no IO. O sucesso de identificação do LS no ato cirúrgico ocorreu em 92,59% dos casos PO e 96,42% dos casos IO. A taxa de falso negativo foi 11,1% no PO e foi 7,2% no grupo IO. A comparação destes dados não mostrou diferença significativa (considerando um nível de significância de 5%). Conclusão: Não há diferença nos resultados da BLS com uso de 99mTc-Dextran-500 no tempo pré-operatório em relação ao intraoperatório. Os dois métodos apresentaram-se eficazes e seguros. A utilização das imagens linfocintilográficas não parece ter influenciado o resultado final do exame. A injeção intraoperatória apresenta melhor logística, custo financeiro menor e extingue a dor e ansiedade do paciente. Logo, esta técnica deve ser preconizada. |
|---|