A diplomacia naval brasileira no atlântico sul: o redirecionamento da estratégia naval face à mudança na perspectiva geopolítica no século XXI
O propósito deste trabalho é analisar o redirecionamento das ações de Diplomacia Naval em apoio à Política Externa Brasileira e à segurança do entorno estratégico inserido na Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (ZOPACAS) no período do pós Guerra Fria e, em seguida, responder à seguinte questão...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Marinha do Brasil (MB) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Produção Científica da Marinha do Brasil (RI-MB) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.repositorio.mar.mil.br:ripcmb/846773 |
| Acceso en línea: | https://www.repositorio.mar.mil.br/handle/ripcmb/846773 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Política Externa Marinha do Brasil Diplomacia Naval Entorno Estratégico ZOPACAS Atlântico Sul Smart Power Estratégia, estratégia marítima e estratégia naval |
| Sumario: | O propósito deste trabalho é analisar o redirecionamento das ações de Diplomacia Naval em apoio à Política Externa Brasileira e à segurança do entorno estratégico inserido na Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (ZOPACAS) no período do pós Guerra Fria e, em seguida, responder à seguinte questão: a mudança na perspectiva geopolítica influenciou o redirecionamento da diplomacia naval, modificando a relação entre países a ponto de desencadearem conflitos? Para tal, a pesquisa recebeu o suporte teórico de dois escritores, Thomas Dixon (1998) e Joseph Nye Junior (2012), que abordam como as mudanças geopolíticas interferem nos interesses estratégicos, modificam as relações entre países e possibilitam o surgimento de conflitos. Inicialmente, elaborou-se uma lista de fatos relacionados às teorias propostas e avaliou-se aderência destas teorias com os objetivos da Política Externa e com as ações desenvolvidas pela Marinha do Brasil, como vetor da Diplomacia Naval. A partir desta análise, concluiu-se que a escassez de recursos poderá ser uma das causas de conflito no Atlântico Sul e que o Brasil poderá ter seus interesses estratégicos afetados pela influência de potências estrangeiras na região. A análise indicou, ainda, que as mudanças geopolíticas motivaram o redirecionamento da estratégia naval brasileira e que o país precisará dar continuidade ao programa de reaparelhamento das Forças Navais e Aeronavais, investir na indústria de defesa, intensificar o smart power junto a países estratégicos da África e manter os exercícios conjuntos para que consiga ampliar a influência internacional e defender os interesses nacionais. |
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