Perspectivas da diplomacia naval
Este artigo tem por fim examinar a diplomacia naval e aspossibilidades de melhor implementá-la por meio de uma interaçãodo Ministério das Relações Exteriores com a Marinha do Brasil.Com vistas a situar a prática da diplomacia naval na atualidade,analisam-se as transformações por que passaram as rela...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Escola de Guerra Naval (EGN) |
| Repositorio: | Revista da Escola de Guerra Naval (Ed. Português. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs3.localhost:article/4603 |
| Acceso en línea: | https://www.portaldeperiodicos.marinha.mil.br/index.php/revistadaegn/article/view/4603 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Diplomacia naval Diplomacia política Marinha do Brasil Ministério das Relações Exteriores política externa |
| Sumario: | Este artigo tem por fim examinar a diplomacia naval e aspossibilidades de melhor implementá-la por meio de uma interaçãodo Ministério das Relações Exteriores com a Marinha do Brasil.Com vistas a situar a prática da diplomacia naval na atualidade,analisam-se as transformações por que passaram as relaçõesinternacionais e as políticas de defesa após o fim da Guerra Fria,com ênfase no Brasil, Estados Unidos, China, Irã, Índia e Américado Sul. No âmbito regional, são examinados organismos taiscomo a Junta Interamericana de Defesa (JID) e a Zona de Paze Cooperação do Atlântico Sul (ZOPACAS). São descritos osmétodos da diplomacia naval e da diplomacia política. O potenciale os condicionamentos para um maior entendimento entre essasduas formas de diplomacia são considerados no contexto de suasáreas de atuação e manifestações específicas. A colaboração daMarinha do Brasil com a Namíbia e com a África do Sul, bem comoa participação do Brasil em operações de paz e as perspectivasde atuação multilateral e regional, no âmbito da ZOPACAS,são abordados. Com vistas a melhor entender a necessidade deincrementar as relações entre diplomatas e militares, são levantadasconsiderações sobre a atual situação dessa interação. É propostauma assessoria permanente que reúna profissionais de defesa e derelações exteriores. Conclui-se que tal interação é perfeitamentecoerente com os princípios preconizados na Estratégia Nacionalde Defesa. |
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