| Sumario: | O presente texto, tem por objetivo uma análise crítica acerca das possíveis demissões na Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, que foram suspensas judicialmente em janeiro de 2017 pela Juíza da 18ª Vara do Trabalho de Porto Alegre/RS, Dra. Valdete Souto Severo e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região em sede de Mandado de Segurança. A metodologia adotada foi dedutiva, com base em uma abordagem teórica nacional e internacional significativa sobre tais questões. Em termos de sínteses conclusivas, argumenta-se que tais demissões em massa envolvem não só os trabalhadores, mas a sociedade em geral, tornaram-se problemas mundiais de pós-modernidade, onde a complexidade prevalece, em que a inadequação é mais profunda e mais séria entre os conhecimentos separados e fragmentados entre as disciplinas, inclusive as legais, e, por outro lado, realidades ou problemas que aumentam a nível multidimensional e global. O impacto das interrupções múltiplas dos contratos de trabalho atinge uma certa percentagem dos trabalhadores de uma determinada empresa e acaba gerando uma perda coletiva de empregos, excluindo milhares de trabalhadores do mercado de trabalho.
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