Resistência e utopia em Vidas Secas, de Graciliano Ramos
Neste artigo, além de salientar o fazer artístico de Graciliano Ramos, que, tendo como ponto de partida a realidade sócio-cultural do Nordeste brasileiro da década de 30, consegue retratá-la através de sofisticada elaboração narrativa em suas obras, busco, ancorado em estudiosos da utopia como Ernst...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Alagoas (UFAL) |
| Repositorio: | Revista Leitura (Maceió. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.seer.ufal.br:article/7445 |
| Acceso en línea: | https://www.seer.ufal.br/index.php/revistaleitura/article/view/7445 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Resistência Utopia Graciliano Ramos Vidas Secas |
| Sumario: | Neste artigo, além de salientar o fazer artístico de Graciliano Ramos, que, tendo como ponto de partida a realidade sócio-cultural do Nordeste brasileiro da década de 30, consegue retratá-la através de sofisticada elaboração narrativa em suas obras, busco, ancorado em estudiosos da utopia como Ernst Bloch, Karl Mannheim, Vita Fortunati, Beatriz Berrini, Teixeira Coelho, analisar as manifestações e configurações da utopia presentes em Vidas Secas. DOI: 10.28998/0103-6858.2003v2n32p173-186 |
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