Samba: um ritmo negro de resistência
Este artigo pretende situar o samba sob o prisma da crítica pós-colonial, que permite uma abordagem sobre a cultura negra como uma contestação à modernidade. Importa destacar que o texto se organizou a partir das seguintes questões problematizadoras: estilo negro, corpo negro e microáfrica. Defendo...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) |
| Repositorio: | Revista do Instituto de Estudos Brasileiros |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/149632 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/rieb/article/view/149632 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Black style; black body; samba and micro-africa Estilo negro; corpo negro; samba e microáfrica |
| Sumario: | Este artigo pretende situar o samba sob o prisma da crítica pós-colonial, que permite uma abordagem sobre a cultura negra como uma contestação à modernidade. Importa destacar que o texto se organizou a partir das seguintes questões problematizadoras: estilo negro, corpo negro e microáfrica. Defendo um rearranjo sobre historiografia que tratou do samba. Que suas origens se encontram na Bahia e Rio de Janeiro já se sabe; o que é necessário é observar que o mapa do samba é dilatado, fluido e multidirecional. A partir desse rearranjo, pretende-se pensar a cidade de São Paulo deslocada do chavão que sempre lhe foi atribuído, como túmulo ou algo parecido, quando se trata de samba. |
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