Legislação urbanística e forma urbana. São Paulo século XXI.

A pesquisa, vinculada ao projeto temático \"Arquitetura e Urbanismo frente ao espaço social no século 21: estratégias de segregação e táticas de apropriação\", trata da relação das legislações urbanísticas com a forma urbana da cidade de São Paulo. Para tanto, os objetos de estudo são leis...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Teles, Tatiane Oliveira
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-26032021-174549
Acceso en línea:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16133/tde-26032021-174549/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Active facade
Cidade de São Paulo
Edifício isolado no lote
Fachada ativa
Forma urbana
Isolated building in the lot
Legislações urbanísticas
São Paulo city
Urban form
Urban planning regulations
Descripción
Sumario:A pesquisa, vinculada ao projeto temático \"Arquitetura e Urbanismo frente ao espaço social no século 21: estratégias de segregação e táticas de apropriação\", trata da relação das legislações urbanísticas com a forma urbana da cidade de São Paulo. Para tanto, os objetos de estudo são leis que incidem diretamente sobre a forma e a inserção do edifício no lote, sobretudo pós década de 70. O Plano Diretor Estratégico de 1971 e a Lei Geral de Zoneamento de 1972 marcaram a produção da tipologia do edifício isolado no lote, obstando a relação contínua entre edifício e cidade e contribuindo para a progressiva inibição dos usos mistos no lote. Tal morfologia, considerada deletéria à dinâmica urbana, perdurou por meio de legislações urbanísticas até 2014. Em 2014 e 2016, promulgou-se, respectivamente, o Plano Diretor Estratégico e sua subsequente Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo, leis que implementaram incentivos à fachada ativa, diretriz que prefigura contestações à tipologia do edifício isolado no lote. Visto que as Leis pós Plano Diretor Estratégico de 2014 são consideradas formatadoras de um novo paradigma na produção espacial, o estudo visa compreender em que medida a forma do objeto arquitetônico, condicionada pelos parâmetros legais, pode ser considerada ou não um avanço do ponto de vista de uma cidade heterogênea e não segregadora, dado o reconhecimento que tais instrumentos, sobretudo na perspectiva da morfologia urbana, influenciam diretamente a qualidade dos espaços da cidade.