Comparação entre pico de torque e flexibilidade dos membros inferiores de indivíduos com e sem diabetes mellitus tipo 2

O objetivo deste trabalho foi comparar o pico de torque e flexibilidade dos membros inferiores de indivíduos com e sem diabetes mellitus tipo 2 (DM2). O método foi o estudo com grupos expostos e não expostos ao DM2. Foram incluídos indivíduos com diagnóstico médico de DM2, encaminhados para eletrone...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Bavaresco, Suzane Stella, Oliveira, Luma Zanatta de, Albarello, José Carlos dos Santos, Tognon, Alexandre Pereira, Bona, Cleiton Chiamonti, Bettinelli, Luiz Antonio, Leguisamo, Camila Pereira
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Fisioterapia e Pesquisa
Idioma:portugués
inglés
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/161196
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/fpusp/article/view/161196
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Muscle Strength
Type 2 Diabetes Mellitus
Muscle Strength Dynamometer
Torque
Lower Extremity
Fuerza Muscular
Diabetes Mellitus Tipo 2
Dinamómetro de Fuerza Muscular
Miembros Inferiores
Força Muscular
Dinamômetro de Força Muscular
Membros Inferiores
Descripción
Sumario:O objetivo deste trabalho foi comparar o pico de torque e flexibilidade dos membros inferiores de indivíduos com e sem diabetes mellitus tipo 2 (DM2). O método foi o estudo com grupos expostos e não expostos ao DM2. Foram incluídos indivíduos com diagnóstico médico de DM2, encaminhados para eletroneuromiografia, e não expostos ao DM2. Foram excluídos da pesquisa indivíduos com idade superior a 70 anos ou que, por algum motivo, não conseguiram realizar um ou dois dos testes. A amostra foi não probabilística, composta por 64 indivíduos: 34 (53,1%) expostos ao DM2 e 30 não expostos; 50 (78,1%) eram do sexo feminino, a idade média era de 60,7±7,1 anos, e o membro inferior dominante era o direito em 57 (89,1%) dos indivíduos. Comparando indivíduos com e sem diagnóstico de DM2, observou-se redução do torque de flexão à esquerda, em velocidade angular de 120° (25,94±2,26 vs. 33,79±2,4nm, p=0,027, respectivamente). Relatou-se menor valor do torque de dorsiflexão à direita, em velocidade angular de 60°, dos diabéticos em relação aos não diabéticos (10,95±0,89 vs. 13,95±0,96nm, p=0,033, respectivamente). Ao comparar indivíduos com DM2, com e sem diagnóstico de neuropatia diabética periférica (NDP), notou-se maior déficit de flexão entre os indivíduos neuropatas em comparação com não neuropatas (46,57±9,47 vs. 11,63±13,85nm, p=0,049, respectivamente). Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas ao comparar os grupos de expostos e não expostos ao DM2 e diabéticos neuropatas e não neuropatas.