Reprodutibilidade e responsividade do toque estimado dos extensores de joelho para diferentes valências de força com dinamômetro de tração
Introdução: Embora medidas de força muscular façam parte da avaliação de pacientes e praticantes de exercício físico, há carência de informações de reprodutibilidade e responsividade dessas medidas obtidas pelo dinamômetro de tração E-lastic. Objetivo: Verificar a reprodutibilidade e responsividade...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto Brasileiro de Ensino e Pesquisa em Fisiologia do Exercício (IBPEFEX) |
| Repositorio: | Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.rbpfex.com.br:article/2910 |
| Acceso en línea: | https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2910 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Reproducibility of results Muscle strength Dynamometer Torque Reproducibilidad de la prueba Dinamómetro de fuerza muscular Riproducibilità del test Dinamometro della forza muscolare Coppia Reprodutibilidade dos testes Dinamômetro de força muscular Dinamómetro de força muscular Binário |
| Sumario: | Introdução: Embora medidas de força muscular façam parte da avaliação de pacientes e praticantes de exercício físico, há carência de informações de reprodutibilidade e responsividade dessas medidas obtidas pelo dinamômetro de tração E-lastic. Objetivo: Verificar a reprodutibilidade e responsividade de estimativas de torque extensor de joelho para as valências de força isométrica máxima e resistência de força pelo dinamômetro E-lastic. Métodos: Estudo observacional transversal com 64 voluntários fisicamente inativos, entre 18 e 35 anos, de ambos os sexos. Os voluntários foram avaliados pela abordagem teste-reteste, com intervalo de 72 a 120 h. A força isométrica máxima foi mensurada em oito ângulos de extensão do joelho (40°, 45°, 50°, 60°, 70°, 80°, 90° e 100°). A resistência de força foi quantificada por um protocolo de repetições de extensão/flexão de joelho contra uma resistência elástica. As forças registradas em ambos os testes foram convertidas para torque multiplicando-as pelo braço de alavanca medido previamente. Calculou-se as reprodutibilidades relativa e absoluta, respectivamente, pelo coeficiente de correlação intraclasse e pelo erro padrão de medida. A responsividade foi medida pela mínima mudança detectável. Resultados: Os torques tiveram coeficiente de correlação intraclasse variando entre moderada e boa; o erro padrão de medida grande variabilidade (17 e 30% em torno da média); e a mínima mudança detectável sugere que para haver mudanças reais nos torques, aumentos médios de 50 a 85% em relação às medidas basais são necessárias. Conclusões: As estimativas de torque pelo E-lastic apresentam reprodutibilidade relativa de moderada à boa, mas pobre reprodutibilidade absoluta e responsividade. |
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