Análise funcional do comportamento autolesivo em uma pessoa com desenvolvimento atípico.

O presente estudo teve como objetivo avaliar uma série de tratamentos para diminuição do comportamento autolesivo de uma pessoa com desenvolvimento atípico após avaliação funcional. O trabalho foi realizado em uma instituição de ensino especial do interior de Goiás e teve como participante uma pesso...

Full description

Bibliographic Details
Author: Souza, Ellen Portilho de
Format: master thesis
Status:Published version
Publication Date:2014
Country:Brasil
Institution:Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO)
Repository:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_GOAIS (TEDE-PUC Goiás)
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:ambar:tede/1869
Online Access:http://localhost:8080/tede/handle/tede/1869
Access Level:Open access
Keyword:avaliação funcional
análise funcional
comportamento autolesivo
reforçamento automático
functional assessment
functional analysis
self-injurious behavior
automatic reinforcement
CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA
Description
Summary:O presente estudo teve como objetivo avaliar uma série de tratamentos para diminuição do comportamento autolesivo de uma pessoa com desenvolvimento atípico após avaliação funcional. O trabalho foi realizado em uma instituição de ensino especial do interior de Goiás e teve como participante uma pessoa adulta, sexo feminino e 26 anos. Foram empregados dois delineamentos experimentais: o de múltiplos elementos e o de tratamentos alternados. Para avaliar os antecedentes e consequentes do comportamento autolesivo, foi usado processo de avaliação funcional que incluiu (1) avaliação indireta por meio de entrevista, (2) observação direta e, (3) análise funcional, por meio do delineamento de múltiplas condições utilizando as condições: atenção, demanda, e controle e sozinha. A condição de atenção foi subdivida em três subcondições: atenção-dividida, atenção-reprimenda e atenção não contingente. A condição demanda foi subdivida em: demanda encaixe e demanda leitura. A condição sozinha foi subdivida em: sozinha c atividade e sozinha sem atividades. Para intervir no comportamento autolesivo, optou-se pelo uso de um programa de intervenção por meio do delineamento de tratamentos alternados do tipo ABCAD. Os resultados sugerem que o comportamento autolesivo tem função de autoestimulação, ou seja, reforçamento automático. Também foi discutida a condição de demanda como operação estabelecedora para emissão desses comportamentos e reforçamento negativo. As condições de tempo-fixo 30 segundos (B) e reforçamento diferencial de comportamentos alternativos (D) ocasionaram redução na frequência desses comportamentos. Discute-se ainda a diminuição da densidade do esquema não-contingente como sendo responsável pelo aumento da frequência do comportamento autolesivo na condição (C).