O dever moral na "fundamentação da metafísica dos costumes" de Kant
<span style="font-style: normal;">Tematização da idéia de dever e vontade como substrato para a Filosofia Moral de Kant na Fundamentação da Metafisica dos Costumes. Sob o aspecto Metafísico da obra, tendo como referência a Crítica da Razão Pura. Apresenta-se a proposta de uma metodol...
| Autor: | |
|---|---|
| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2005 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual do Ceará |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UECE |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:uece.br:37773 |
| Acesso em linha: | https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=37773 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Dever Filosofia Imperativo categórico e liberdade Vontade |
| Resumo: | <span style="font-style: normal;">Tematização da idéia de dever e vontade como substrato para a Filosofia Moral de Kant na Fundamentação da Metafisica dos Costumes. Sob o aspecto Metafísico da obra, tendo como referência a Crítica da Razão Pura. Apresenta-se a proposta de uma metodologia transcendental na definição das idéias de dever e vontade na busca e fixação dos princípios supremos da moralidade em Kant. A dissertação parte do pressuposto transcendental da idéia de vontade e das condições de possibilidade e validade de uma razão pura prática na construção desta idéia de vontade. Neste sentido, a correlação entre vontade e dever é o referencial de uma reflexão sobre a proposta da busca dos princípios da moral diante da consideração da condição subjetiva do homem, de suas máximas para o agir e o discernimento da idéia de boa vontade pela razão comum. Assim sendo, a idéia de dever moral torna-se o referencial da distinção entre o querer subjetivo e o valor moral da objetividade do dever, que pode se manifestar na ação do indivíduo em sua condição humana. Por este motivo, a dissertação dedica os dois primeiros capítulos para uma reflexão das condições de possibilidade do valor moral como dignidade, do agir por dever e da liberdade: o capítulo terceiro apresenta a condição transcendental para uma matafísica dos costumes no campo da razão prática; o capítulo quarto trata da relação entre dever moral e o imperativo categórico como condição de possibilidade do homem limitado por sua subjetividade torna-se um agente moral no reino inteligível dos fins. A liberdade possui significado de obediência às leis morais que a própria razão cria para si, desta forma, a idéia de liberdade deve pressupor o reino inteligível dos fins e a autonomia da vontade. Assim, a idéia de dever moral é tematizada em Kant num horizonte a </span><em>priori</em> da vontade, do imperativo categórico, da liberdade e da razão pura prática. Palavras-chave: Dever, Vontade, Imperativo Categórico e Liberdade. |
|---|