Moedas Sociais nos Bancos Comunitários de Desenvolvimento: a Experiência das Conchas em Matarandiba/BA

O texto propõe uma revisão do debate antropológico sobre a moeda, permitindo escapar ao reducionismo economicista que a identifica com a ideia de neutralidade. Com esta ampliação do olhar sobre a moeda, discute-se o uso de moedas sociais nas práticas dos Bancos Comunitários de Desenvolvimento no Bra...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Rigo, Ariádne Scalfoni, França Filho, Genauto Carvalho de, Leal, Leonardo Prates
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal da Bahia (UFBA)
Repositorio:Revista Interdisciplinar de Gestão Social (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.ufba.br:article/9053
Acesso em linha:https://periodicos.ufba.br/index.php/rigs/article/view/9053
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Moeda Social
Moedas Complementares
Antropologia da Moeda
Bancos Comunitários
Matarandiba.
Descrição
Resumo:O texto propõe uma revisão do debate antropológico sobre a moeda, permitindo escapar ao reducionismo economicista que a identifica com a ideia de neutralidade. Com esta ampliação do olhar sobre a moeda, discute-se o uso de moedas sociais nas práticas dos Bancos Comunitários de Desenvolvimento no Brasil. O intuito é refletir sobre a experiência do BCD Ilhamar e da moeda social Concha, implementados, desde 2007, na comunidade Matarandiba, no município de Vera Cruz, na Bahia. As reflexões baseadas nesta experiência permitiram identificar alguns desafios como a construção da confiança por parte dos próprios moradores no sistema de moeda social local; a capacidade de manter níveis elevados de coesão social na comunidade; o nível de organização já existente na comunidade, o que pode ser útil a outras experiências do uso de moedas sociais.